Categories Poemas

Manhã salgada

Numa manhã de sentidos água-doce, cruzaram-se o assédio tenebroso de uma calçada com um caminhar.

Passo a passo a altura de uma ideia ergue-se na sombra de um murmúrio, que para trás apaga os vestígios de passado. Queriam o presente como presente embrulhado num futuro de papel crayon. Os soldados da linha do meio não se calçam ao caminhar em frente. As suas segundas metades de filme, terão outra marca que não o passo na calçada da sombra do murmúrio do passado como presente num presente embrulhado de futuro.

Haverá então sentido água-salgada para as manhãs de Novembro?

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