Categories

Blury Mind

“Colocou-se em prática, a solicitação de soalhos adaptados à cena de vida, ao enquadramento que em automático, banaliza o saber manual. Este saber, que para além do clicar na memória, há que beliscá-lo, remexer-lhe, amaciá-lo num canto, só por um instante, envolto no sempre.”

São imagens demais, para palcos tão vazios. São correntes demais para riscos tão soltos.
Vidas demais para amores tão fracos.
São palavras a mais para silêncios tão escuros.
São fantásticos demais, os saberes tão puros…
São verdades banais, as letras dos finais invisivelmente absurdos.

 

Share